quinta-feira, 10 de junho de 2010

Site para ampliar imagens

Neste site você pode ampliar, do tamanho que quiser, as imagens salvas em .jpg ou . gif.


http://www.blockposters.com/step1.aspx

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Palavras Cruzadas

http://cvc.instituto-camoes.pt/jogoemlinha/cruzadas

quinta-feira, 13 de maio de 2010

7C
http://www.cercifaf.org.pt/mosaico.edu/ca/proverbios.html
6.B

http://cvc.instituto-camoes.pt/component/forca/

quarta-feira, 14 de abril de 2010

7.ºC – PARA CASA – PARA 20/04



A ÁGUA NOSSA DE CADA DIA

Hoje de manhã, enquanto levava meu filho para a escola, assisti A diversas cenas de desperdício.
Rua após rua, homens e mulheres usavam mangueiras para lavar calçadas e carros com jorros e jorros de água potável.
Nos primeiros casos cheguei a diminuir a velocidade do meu carro para sinalizar aos dissipadores que não deveriam estar fazendo aquilo. Mas eles olhavam, sem entender o que eu queria passar com os gestos... e continuavam com as torneiras abertas.
Nos casos seguintes, desisti.
Só olhava, desolado, toda aquela água preciosa escorrendo pela calçada, pelas sarjetas...
Se voltar a percorrer o bairro nesta bela manhã de abril provavelmente vou surpreender mais dissipadores em ação.
Talvez já lavando carros, mais pátios e calçadas.
E vou, de novo, ficar triste com o desperdício escancarado, explícito, irresponsável.
O que fazer para que nós, nossos filhos e os filhos de nossos filhos tenham água de boa qualidade e em quantidade no futuro?
Acho que, para começar, falar com as crianças.
Se os adultos dão lições de desperdício, as crianças podem, no tempo, reverter o processo.
Enquanto crianças, podem entender melhor a necessidade de preservamos nossos recursos naturais. Água, inclusive.
Quando crescerem, vão substituir os adultos insensatos de hoje já com atitudes corretas no cuidado com o meio ambiente.
Longe de mim a idéia de transformar quem quer que seja em vigilante, patrulheiro, inspetor de recursos naturais.
Também seria insensato. Em alguns casos até perigoso.
Tem gente que não aceita críticas.
Mas se cada um de nós pudesse passar aos filhos, às crianças, em geral, propostas, idéias e conselhos para buscarem a economia, a racionalização do uso da água, teríamos um início de caminho já sinalizado.
E enquanto crianças e jovens vão se conscientizando, vamos pensando, num modo de chegarmos até os dissipadores adultos com orientação e informações.
Pra começar, à volta da escola, já vou falando sobre o assunto com meu filho.
De novo, porque lá em casa o assunto já é velho e conhecido.
Mas bons conselhos podem ser repetidos... e acumulados.
E cuidados com nossos recursos naturais deveriam merecer até mesmo algum tipo de saudação. Assim, como dizemos bom dia, boa noite, até logo, poderíamos começar a dizer: Salvou água, hoje? Apagou a luz que não está usando? Salvou uma árvore? Pensou nas crianças que não têm água para beber?...
Pode parecer meio dramático. Mas antes um dramático falado do que sentido.
Enquanto é tempo.

1) Pesquise e copie em seu caderno o significado das seguintes palavras e forme frases com elas:

dissipar – escancarar – explícito – insensatez – racionalizar –
desolado – sarjeta - reverter - escassez


2) Leia com atenção as afirmativas abaixo e indique se são verdadeiras ou falsas.

( ) O narrador do texto é um narrador-observador; não participa dos acontecimentos.
( ) O cronista convoca a todos para tornarem-se patrulheiros da água.
( ) Os dissipadores de água são os que mais a defendem e lutam por sua preservação.
( ) O narrador do texto é um narrador-personagem; participa dos acontecimentos.
( ) O cronista questiona o que pode ser feito para se resolver o grave problema da água.



3) O que você faz ou pode fazer para evitar o desperdício da água em seu dia-a-dia?



6B – PARA CASA – PARA O DIA 20/04

Copie o poema em seu caderno, e responda as questões:

LUA NO CINEMA

A lua foi ao cinema,

passava um filme engraçado,

a história de uma estrela

que não tinha namorado.


Não tinha porque era apenas

uma estrela bem pequena,

dessas que, quando apagam,

ninguém vai dizer, que pena!


Era uma estrela sozinha,

ninguém olhava pra ela,

e toda a luz que tinha

cabia numa janela.


A lua ficou tão triste

com aquela história de amor,

que até hoje a lua insiste:

Amanheça, por favor!

(LEMINSKI, Paulo.)

01. De acordo com o poema "A lua no cinema", a estrela :

(A) era pequena e solitária.

(B) parecia grande na janela.

(C) tinha um namorado apaixonado.

(D) viveu uma bela história de amor.


02. O último verso "– Amanheça, por favor!" sugere que a lua

(A) achou o filme da estrela que tinha namorado engraçado.

(B) acreditava que a estrela era pequena e sem graça.

(C) desejava esquecer a história da estrela solitária.

(D) gostava mais do dia do que da noite.


03. O texto "A lua no cinema" é um poema por usar

(A) orações.

(B) períodos.

(C) parágrafos.

(D) versos.


04. Da leitura do poema percebe-se que a estrela

(A) era um astro insignificante.

(B) era uma artista engraçada.

(C) tinha inveja da lua.

(D) tinha uma história feliz.


05. O poema trata

(A) da solidão.

(B) da tristeza.

(C) da amizade.

(D) do ciúme.

domingo, 21 de março de 2010

Jogo da nova ortografia

Veja se você está craque na nova ortografia. Acesse o site:
http://www.fmu.br/game/home.asp

sábado, 13 de março de 2010

7C – Para Casa – Para 16/03

Pontos de vista


 

    Os sinais de pontuação estavam quietos dentro do livro de Português quando estourou a discussão.

    – Esta história já começou com um erro – disse a Vírgula.

– Ora, por quê? – perguntou o Ponto de Interrogação.

– Deveriam me colocar antes da palavra "quando" – respondeu a Vírgula.

– Concordo! – disse o Ponto de Exclamação. – O certo seria: "Os sinais de pontuação estavam quietos dentro do livro de Português, quando estourou a discussão".

– Viram como eu sou importante? – disse a Vírgula.

– E eu também – comentou o Travessão. – Eu logo apareci para o leitor saber que você estava falando.

– E nós? – protestaram as Aspas.

– Somos tão importantes quanto vocês. Tanto que, para chamar a atenção, já nos puseram duas vezes neste diálogo.

– O mesmo digo eu – comentou o Dois Pontos. – Apareço sempre antes das Aspas e do Travessão.

– Estamos todos a serviço da boa escrita! – disse o Ponto de Exclamação. – Nossa missão é dar clareza aos textos. Se não nos colocarem corretamente, vira uma confusão como agora!

– Às vezes podemos alterar todo o sentido de uma frase – disseram as Reticências. – Ou dar margem para outras interpretações...

– É verdade – disse o Ponto. – Uma pontuação errada muda tudo.

– Se eu aparecer depois da frase "a guerra começou" – disse o Ponto de Interrogação – é apenas uma pergunta, certo?

– Mas se eu aparecer no seu lugar – disse o Ponto de Exclamação – é uma certeza: "A guerra começou!"

– Olha nós aí de novo – disseram as Aspas.

– Pois eu estou presente desde o comecinho – disse o Travessão.

– Tem hora em que, para evitar conflitos, não basta um Ponto, nem uma Vírgula, é preciso os dois – disse o Ponto e Vírgula. – E aí entro eu.

– O melhor mesmo é nos chamarem para trazer paz – disse a Vírgula.

– Então, que nos usem direito! – disse o Ponto Final. E pôs fim à discussão.

Conto de João Anzanello Carrascoza, ilustrado por Will.

Revista Nova Escola, setembro/2003


 

Agora responda:

1) Onde estavam os sinais de pontuação, quando estourou a discussão?

___________________________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________________________

2) A vírgula foi a primeira a fazer uma colocação. O que ela disse ?

___________________________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________________________


 

3) Como seria a frase correta, segundo o ponto de Exclamação?

___________________________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________________________


 

4) Conforme o texto, para que serve o travessão?

___________________________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________________________


 

5) Segundo o texto, o que aparece antes das aspas e do travessão?

( ) os dois pontos ( ) a vírgula


 

6) "– E eu também sou importante. – Eu logo apareci para o leitor saber que você estava falando."Quem fez este comentário foi :

a)O ponto final.

b)A vírgula.

c)O travessão.

d)O ponto de exclamação.

e)O ponto final.


 

7) Tem hora em que, para evitar conflitos, não basta um Ponto, nem uma Vírgula, é preciso os dois – E aí entro eu.Quem disse isso?

___________________________________________________________________________________________


 

8) Quem pôs fim à discussão?

___________________________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________________________


 


 

6.º Ano – Para Casa – Para 16/03

Leitura e interpretação


 

Folhas secas


 

Eu estava dando uma aula de Matemática e todos os alunos acompanhavam atentamente. Todos?

Quase. Carolina equilibrava o apontador na ponta da régua, Lucas recolhia as borrachas do vizinho e construía um prédio, Renata conferia as canetas e os lápis no seu estojo vermelhíssimo e Hélder olhava para o pátio.

O pátio? O que acontecia no pátio?

Após o recreio, dona Natália varria calmamente as folhas secas e amontoava e guardava tudo dentro de um enorme saco plástico azul. Terminando o varre-varre, dona Natália amarrou a boca do saco plástico e estacionou aquele bafuá de folhas secas perto do portão. Hélder observava atentamente. E eu observava a observação de Hélder - sem descuidar da minha aula de Matemática. De repente, Hélder foi arregalando os olhos e franzindo a testa.

Qual o motivo do espanto?

Hélder percebeu alguma coisa no meio das folhas movendo-se desesperadamente, com aflição, sufoco, falta de ar. Hélder buscava interpretações para a cena, analisava possibilidades, mas o perfil do passarinho já se delineava na transparência azul do plástico. Um pássaro novo caiu do ninho e foi confundido com as folhas secas e foi varrido e agora lutava pela liberdade.

— Ele tá preso!

O grito de Hélder interrompeu o final da multiplicação de 15 por 127. Todos os alunos olharam para o pátio. E todos nós concordamos, sem palavras: o bico do passarinho tentava romper aquela estranha pele azul. Hélder saiu da sala e nós fomos atrás. E antes que eu pudesse pronunciar a primeira sílaba da palavra "calma", o saco plástico simplesmente explodiu, as folhas voaram e as crianças pularam da alegria.

Alguns alunos dizem que havia dois passarinhos presos. Outros viram três passarinhos voando felizes e agradecidos. Lucas diz que era um beija-flor. Renata insiste que era uma cigarra. Eu sinceramente, só vi folhas secas voando.

Para concluir esta inesquecível aula de Matemática, pegamos vassouras, pás e sacos plásticos e fomos varrer novamente o pátio.

Conto de Francisco Marques, Nova Escola, Especial vol.1 – Contos, Editora Abril. 3


 

1. De acordo com o que você leu, faça o que se pede:

a) Em que ambiente acontecem os fatos narrados pelo autor?

Quando?

b) O que fazia dona Natália?

c) Qual foi a reação do menino quando percebeu que havia algo no saco plástico, onde as folhas haviam sido amarradas?


 

2. Alguns alunos não participavam atentamente da aula. Atribua as atitudes aos personagens fazendo correspondência:

RENATA Olhava para o pátio.

CAROLINA Recolhia borrachas e construía prédios.

HÉLDER Equilibrava o apontador na ponta da régua.

LUCAS Conferia canetas e lápis no estojo vermelhíssimo.


 

 Na sua opinião, por que esses alunos não participavam da aula?


 

3. Numere os fatos na ordem em que ocorreram:

( ) Hélder saiu da sala e todos foram atrás.

( ) Hélder observava o pátio e percebeu alguma coisa movendose no meio das folhas secas.

( ) Quase todos os alunos participavam da aula de Matemática.

( ) O professor só conseguia ver as folhas voando e sugeriu que varressem novamente o pátio.

( ) No final da multiplicação, Hélder dá um grito e interrompe a aula de Matemática.

terça-feira, 9 de março de 2010

7C - Provas e Trabalhos


18/03 - Prova de Português

23/03 - Prova do Livro - Um mundo melhor para todos.

25/03 - Entrega do Trabalho opcional feito no Power Point

6C - Provas e Trabalhos


18/03 - Prova de Português

23/03 - Prova do Livro: Um Mundo Melhor para Todos

25/03 - Trabalho do livro opcional feito no Word.

7C - para casa - para 11/03


Fazer no caderno, a interpretação do texto que está na folha xerocada.

6B - Para Casa - para 11/03

Fazer no livro a página 20

quinta-feira, 4 de março de 2010

quarta-feira, 3 de março de 2010

7.ºC – PARA CASA – ENTREGAR 08/03


COMENDO BISCOITO NO AEROPORTO


 

Uma moça estava à espera de seu vôo na sala de embarque de um aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para matar o tempo. Também comprou um pacote de biscoitos. Então, ela achou uma poltrona numa parte reservada do aeroporto para que pudesse descansar e ler em paz. Ao lado dela se sentou um homem.

Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Ela pensou: "Mas que 'cara-de-pau!' Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse."

     A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um.

Aquilo a deixava tão indignada que ela não conseguia reagir. Restava apenas um biscoito. Ela pensou: "O que será que o abusado vai fazer agora!"

Então o homem dividiu o biscoito ao meio deixando a outra metade para ela. Aquilo a deixou bufando de raiva. Ela pegou seu livro e suas coisas e dirigiu-se ao embarque. Quando se sentou confortavelmente no avião, para sua surpresa, o seu pacote de biscoito ainda estava intacto dentro de sua bolsa.


 

Responda:

1) O que você faria se estivesse no lugar do homem?

2) Você achou que a reação de indignação da moça foi justificada?

3) O que você faria se fosse a moça que encontrou seu pacote fechado na bolsa?

6.ºB–PARA CASA-ENTREGAR DIA 08/03


A DESCULPA DO PNEU FURADO


À véspera de uma prova, quatro alunos resolveram chutar o balde: iriam viajar, faltar à prova e, então, "dar um jeitinho" com o professor. Voltaram à escola na terça, sendo que a prova ocorrera na segunda. Dirigiram-se ao professor:


- Professor, fomos viajar, o pneu furou, não conseguimos consertá-lo, tivemos mil problemas e, por causa disso tudo, nos atrasamos, mas gostaríamos de fazer a prova.


O professor, sempre compreensivo:


- Claro,vocês podem fazer a prova hoje à tarde, após o almoço.


E assim foi feito.


Os rapazes correram para casa e "racharam" de tanto estudar, na medida do possível.


Na hora da prova, o professor colocou cada aluno em uma sala e entregou a prova. Primeira pergunta, valendo um ponto: "Algo sobre bond valuation."


Os quatro ficaram contentes, pois haviam visto algo sobre o assunto. Pensaram que a prova seria muito fácil e que haviam conseguido se "dar bem".


Segunda pergunta, valendo nove pontos: "Qual pneu furou"?




Responda:


1-Você acha que o professor foi mesmo compreensivo


2- Qual é a moral da história?


3- Se você estivesse fazendo essa prova, o que você faria nesse momento?